"… Um morto é a coisa mais melancólica que existe… só vive e ocupa espaço na memória dos que por aí ficaram, desse lado. Mas os vivos não enchem a memória de um morto. Um morto tem como destino apagar-se para sempre, apesar de muito o terem amado, apaga-se… esteja ele onde estiver…"
AL BERTO, in LUNÁRIO, (Assírio & Alvim, 2012)
domingo, 10 de junho de 2012
Carta
(três folhas brancas. Ao fim da terceira, um post-it com uma mensagem.)
Não tive tempo para codificar as minhas ideias. Envio-te os meus pensamentos.
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